quarta-feira, 6 de abril de 2011

I Encontro Estadual de Blogueiros Progressistas


I Encontro Estadual
de Blogueiros Progressistas.
Procure fazer sua inscrição até o dia 13/04,
para as reservas do almoço de sábado e domingo,incluídos na taxa de inscrição.
Restaurante Villa Fiore
E também para reservas no Hotel Brigadeiro
Acompanhem mais informações sobre as
inscrições, postagens, no Blog do I Encontro de SP:
http://www.encontrosp.blogspot.com/
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@BlogueirosSP

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Deputado Luis Alberto-(PT-BA) - Racismo

Depois de assitir ao video acho que não precisamos de comentar mais nada só que se cumpra a lei.

Boca no Trombone - Barrar os preconceitos

Mais uma vez, o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) volta à ribalta. Notório defensor da ditadura militar brasileira (1964-1985), este parlamentar disparou ofensas racistas e homofóbicas no programa CQC, da TV Bandeirantes. Entrevistado pela cantora Preta Gil, associou namoro com uma negra à promiscuidade. Surpreso com a repercussão do que dissera, tentou se corrigir, dizendo que havia sido mal interpretado: tinha se referido, na realidade, aos homossexuais (como se isso diminuísse a carga de preconceito).


Bolsonaro é um parlamentar veterano. Eleito seis vezes consecutivas (na última, recebeu mais de 120 mil votos), é porta-voz de posições ultraconservadoras no quesito costumes e abertamente reacionárias no plano político. Representa, certamente, setores da sociedade brasileira nostálgicos do período ditatorial e simpatizantes de métodos brutais no tratamento da criminalidade comum (chegou a defender a tortura para traficantes de drogas e sequestradores).


Que fique claro: mesmo divergindo do que diz o deputado, entendemos que ele pode falar o que quiser. Não estamos mais numa ditadura, a livre expressão foi um direito duramente conquistado. No entanto, as leis em vigor no país proíbem, por exemplo, manifestações de racismo e esta fronteira não pode ser ultrapassada, sob pena de punições legais. O Ministério Público e as Comissões internas do Congresso Nacional já estão se movimentando para investigar se Bolsonaro infringiu a legislação antirracista (o racismo é crime imprescritível) e/ou se quebrou o decoro parlamentar (neste caso, seu mandato pode ser cassado).


A nós, sociedade civil organizada, cabe repudiar com veemência todo e qualquer preconceito, educar a população numa cultura de acolhimento e respeito às diferenças e derrotar, pela informação e nos espaços político e jurídico, o obscurantismo representado pelas correntes sociais que se espelham e são espelhadas, por exemplo, no deputado Jair Bolsonaro.


Diretoria da ASA – Associação Scholem Aleichem de Cultura e Recreação


Prof. Dr. Wlaumir Doniseti de Souza
Graduado em Filosofia e Pedagogia
Mestre em História
Doutor em Sociologia






"Isso de querer ser exatamente aquilo que a gente é ainda vai nos levar
além" (LEMINSK, Paulo. Distraído Venceremos. São Paulo: Brasiliense, 1987)



A MALDIÇÃO DA EXEGESE CRISTÃ FUNDAMENTALISTA

SOBRE O CONTINENTE AFRICANO E SUA DIÁSPORA


“Africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé. Isso é fato. O motivo da maldição é a polemica”.

“sobre o continente africano repousa a maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, Aids. Fome...”

"Sendo possivelmente o 1o. Ato de homossexualismo da história. A maldição de Noé sobre canaã toca seus descendentes diretos, os africanos"



"O caso do continente africano é sui generis: quase todas as seitas satânicas, de vodu, são oriundas de lá. Essas doenças, como a Aids, são todas provenientes da África".


Essas são frases proferidas, verbalmente e / ou por escrito pelo deputado federal Marco Feliciano, de Orlândia - SP, e que vieram à tona nos últimos dias.
O nobre deputado afirmou, ainda, que a sua colocação "Não foi racista. É uma questão teológica".
Essa teoria não é nova. Foi desenvolvida no período da escravização da população africana nas Américas, para aplacar os dramas de consciência dos cristãos, que se utilizaram de um crime de lesa humanidade, a escravidão, para aprisionar, traficar, matar e explorar, acumulando os bens e privilégios econômicos, sociais e culturais que a população branca usufrui no mundo até os dias atuais.
Entre o final do século 15 e o início do século 16, período no qual se estruturava a escravização dos africanos, com autorização expressa do papa Nicolau V, através bula romanus pontifex, teve início também a construção das representações racistas do povo africano. O padre Manoel da Nóbrega, por exemplo, afirmou “Por serdes descendentes de Can e terdes descoberto a vergonha de seu pai deverão os negros serem escravos dos brancos por toda a eternidade".
A escravidão e as maldições são recorrentes e naturalizadas nos textos bíblicos, tanto no velho como no novo testamentos, mas nenhum deles vincula estas questões ao continente africano ou a seu povo.
Analisemos como exemplo o trecho bíblico especificamente utilizado pelos escravocratas de outrora e pelos racistas de hoje, para dissimular sob um suposto “manto religioso” a sua verdadeira intenção de violentar e explorar a população negra, o da “maldição de Noé”:


“Os filhos de Noé, que saíram da arca, foram Sem, Can e Jafé; Can é o pai de Canaã. Esses três foram os filhos de Noé e a partir deles se fez o povoamento de toda a terra.
Noé, o cultivador, começou a plantar a vinha. Bebendo vinho, embriagou-se e ficou nu dentro de sua tenda. Can, pai de Canaã, viu a nudez de seu pai e advertiu, fora, a seus dois irmãos. Mas Sem e Jafé tomaram o manto, puseram-no sobre os seus próprios ombros e, andando de costado, cobriram a nudez de seu pai; seus rostos estavam voltados para trás e eles não viram a nudez de seu pai. Quando Noé acordou de sua embriaguez, soube o que lhe fizera seu filho mais jovem. E disse:


- Maldito seja Canaã! Que ele seja, para seus irmãos, o último dos escravos.

E disse também:


- Bendito seja Iahweh, o Deus de Sem, e que Canaã seja seu escravo! Que Deus dilate a Jafé. Que ele habite nas tendas de Sem, e que Canaã seja teu escravo! “


(Gênesis, 9)

Em outro trecho, a bíblia fala da descendência de Can e das áreas geográficas ocupadas por eles, nenhuma na África:

“Os filhos de Can: Cuche, Mizraim, Pute e Canaã. Os filhos de Cuche: Seba, Havilá, Sabtá, Raamá e Sabtecá; e os filhos de Raamá são Sebá e Dedã. Cuche também gerou a Ninrode, o qual foi o primeiro a ser poderoso na terra. (...) O princípio do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinar. Desta mesma terra saiu ele para a Assíria e edificou Nínive, Reobote-Ir, Calá,e Résem entre Nínive e Calá (esta é a grande cidade). Mizraim gerou a Ludim, Anamim, Leabim, Naftuim, Patrusim, Casluim (donde saíram os filisteus) e Caftorim. Canaã gerou a Sidom, seu primogênito, e Hete,e ao jebuseu, o amorreu, o girgaseu, o heveu, o arqueu, o sineu,o arvadeu, o zemareu e o hamateu. Depois se espalharam as famílias dos cananeus.Foi o termo dos cananeus desde Sidom, em direção a Gerar, até Gaza; e daí em direção a Sodoma, Gomorra, Admá e Zeboim, até Lasa. São esses os filhos de Can segundo as suas famílias, segundo as suas línguas, em suas terras, em suas nações”.(Gênesis 10)


Os racistas sempre se pautam na manipulação da informação e das pessoas, de maneira medíocre e superficial, com o simples propósito do exercício do poder, através da negação do outro, da sua cultura, dos seus direitos. Ao longo da história, sempre procuraram se proteger sob alguma elaboração pseudo-teológico, pseudo-filosófico ou pseudo-científico, mas suas teorias nunca resistem a um olhar mais apurado.

Não existe “maldição bíblica” sobre o Continente Africano e sua descendência espalhada pelo planeta através da escravidão, mas existe sim a “maldição” provocada pela exegese mentirosa de cristãos fundamentalistas em cima dos textos bíblicos, como o deputado Marco Feliciano, e que constitui a base de sustentação do racismo e das suas diversas facetas de violência contra a população negra, ao longo da história do contato do povo africano e sua diáspora com a chamada “civilização cristã”.

Como bem escreveu Jomo Keniatta, um dos grandes líderes das lutas contra o domínio europeu sobre a África:


"Quando os missionários chegaram, os africanos tinham a terra e os missionários tinham a Bíblia. Eles nos ensinaram a rezar de olhos fechados. Quando nós os abrimos, eles tinham a terra e nós tínhamos a Bíblia"


As estruturas de pensamento e poder da sociedade contemporânea, foram construídas tendo como sustentação pseudo-verdades racistas, utilizadas como instrumentos de dominação e exploração. Para justificar a escravidão nos negaram humanidade, cultura, liberdade, capacidade intelectual, valores e sentimentos. Formataram uma possibilidade MONO de ser, de viver e enxergar o mundo, na qual tudo e todos que não trazem em si as marcas da Europa e do cristianismo, não devem ter o direito de existir, a não ser que neguem a si próprios. Na busca da manutenção dos privilégios construídos durante a escravidão, continua-se a alimentar esse pensamento reducionista, que nega aos africanos e à sua descendência qualquer valoração positiva, e ao mesmo tempo os vincula a valores negativos.

O parlamentar imputa ao continente africano o satanismo, quando na verdade os africanos só descobriram a existência desse ser mítico cristão, que disputa o poder sobre os seres humanos com Deus, quando os próprios cristãos invadiram a África. Práticas e seitas satanistas permeiam os registros históricos que os cristãos fizeram sobre si próprios na Europa Medieval, mas não são encontradas na memória histórica dos povos africanos.

Nos acusa também de paganismo. A palavra “pagão” vem do latim "paganus", que é aquele que mora no "pagus", no campo, na natureza, e que a respeita. Nesse sentido as comunidades tradicionais africanas praticam o paganismo sim, pois consideram que toda a natureza é viva, é sagrada e deve ser preservada com condição essencial para a existência humana. Na busca de acumulação de capital, através da destruição da natureza mundo afora, passaram a vincular as concepções de mundo que se contrapunham a esta prática, como anti-cristianismo. Tivessem os cristãos respeitado esse princípio de sabedoria extrema quando se espalharam pelo planeta terra como uma mazela, não estaria hoje a própria vida humana sendo inviabilizada.


Mas não se trata de uma atitude individual do deputado. Ele apenas rompeu com uma espécie de “etiqueta” ou “consenso” nacional de negação das práticas e do pensamento racista que permeiam a nossa sociedade. O silêncio “consensual” sobre o racismo no Brasil não é mais possível, pois a organização do povo negro na busca de seus direitos tem avançado a cada dia. Queremos nossa história e nossa cultura nas escolas; queremos garantidos os nossos direitos naturais e constitucionais à vida, à igualdade, ao trabalho, à saúde, à educação formal; queremos o direito de ser, de vivenciar nos tradições; e isso implica em diminuir privilégios, em diminuir a “cota” 99% branca nas estruturas de poder, nas universidades...

Pois é, nobre representante do povo no Congresso Nacional, temos a pele negra como a noite, não por alguma maldição divina, e sim pela concentração de melanina que nos protege do sol, mas que infelizmente não nos protege da violência dos racistas. Por isso, só nos resta recorrer à lei que pune o racismo como crime, uma conquista recente do povo negro, num país que nos discrimina há séculos.

Ribeirão Preto, 31 de março de 2011

CENTRO CULTURAL ORÙNMILA


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"Enquanto os leões não tiverem os seus contadores de histórias, as histórias das caçadas glorificarão os caçadores" Provérbio Yorubano

quarta-feira, 30 de março de 2011

CineGramsci especial

apresenta



Um filme do diretor Costa-Gravas




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Dia 31 de março de 2011 - quinta-feira às 19 horas




na Rua José Bonifácio, 59 – UGT – Ribeirão Preto




Sinopse do filme

Em uma ousada operação tática, o grupo guerrilheiro Tupamaro seqüestra o cônsul brasileiro no Uruguai e o cidadão norte-americano Philip Michael Santore (Yves Montand), funcionário de uma agência americana. Com o sucesso da operação, os Tupamaros partem para a segunda faze do plano: negociações exigindo a troca dos seqüestrados por militantes presos. O incidente causa grande repercussão internacional e diplomática, deixando o governo em xeque e o presidente uruguaio próximo da renúncia. Enquanto isso, o líder do grupo foca as atenções no interrogatório do americano Santore, a quem atribui a responsabilidade direta na seleção e treinamento de vários policiais militares em tortura, antenados e na articulação do Esquadrão da Morte. Um filme surpreendente e esclarecedor do mestre do cinema político Costa-Gavras que desvenda de forma brilhante vários fatos da nossa história recente.



Sobre o Diretor de Estado de Sítio

CINE-POLÍTICA COM COSTA-GRAVAS
Por Alexandre Figueirôa

Em 2005, o cineasta grego Constantin Costa-Gavras declarou ao semanário francês L’Express “existir nele um fundo de utopia” e que “era preciso recolocar o homem no centro do mundo e lhe dar capacidade de se expressar e convencê-lo de que o individualismo não leva a nada”. Aos 76 anos, Costa-Gavras continua sendo, portanto, alguém convencido de que fazer cinema é fazer política (...)

Costa-Gavras nasceu em uma família pequeno-burguesa que perdeu tudo, durante a ocupação alemã, e se tornou pobre depois da Segunda Guerra Mundial. Com muito sacrifício terminou os estudos secundários na Grécia, juntou algum dinheiro e foi para a França para entrar na universidade, pois poderia estudar de graça. Inscreveu-se na Faculdade de Letras da Sorbonne para, em seguida, fazer um curso que na época se chamava Filmologia. Nessa fase de sua vida descobriu, em Paris, a Cinemateca Francesa e começou a ver filmes, principalmente aqueles que estavam interditados de serem mostrados na Grécia, pela censura imposta pela ditadura que comandava o país. Pouco depois, conseguiu ser admitido no Institut des Hautes Études Cinématographiques (IDHEC) de onde saiu para ser assistente do diretor Claude Pinoteau.

Com um repertório imensurável de filmes vistos nos anos de aprendizagem, Costa-Gavras se convenceu que todo filme, ao ser devidamente examinado, revelará o seu conteúdo político. Mesmo obras espetaculares, com roteiros bem escritos, atores famosos e perfeitamente dirigidas, segundo o cineasta, apresenta, por trás dessa estrutura clássica, uma mensagem ideológica sendo trabalhada. E foi com este espírito que ele partiu para sua primeira realização Compartiment Tueurs (1965), um filme de gangsteres, adaptação de um livro homônimo, mas ambientado de uma maneira totalmente diferente dos filmes policiais convencionais. Já o segundo trabalho, Um Homme de Trop (1967), era um filme sobre a resistência francesa, mas não a mostrava com o lirismo heróico habitual e sim desvendava as condições cotidianas de seus integrantes. O filme, no entanto, não foi concebido de forma correta e se transformou num fracasso.

Embora tenha ficado triste com o insucesso, Gavras não desistiu de perseguir o seu projeto estético que não desprezava movimentos de vanguarda como a nouvelle vague, mas insistia em abordagens complexas de temas políticos. Foi então que ele realizou Z (1969). A obra trata de um golpe de Estado, do assassinato de um deputado liberal na Grécia e de todo um processo promovido naquele país que desembocou em uma intervenção militar que se transformou em ditadura. Z, por respeitar uma determinada realidade política, segue uma construção capaz de observar a fidelidade absoluta dos acontecimentos, todavia respeita a função do cinema enquanto espetáculo. O diretor desde então busca conciliar a função de divertimento de um filme, contudo falando dos problemas da sociedade, dando uma imagem daquilo que se passa no mundo e que permita ao espectador ao sair da projeção pensar e transcender aquilo que viu.

Os filmes seguintes do diretor seguem esta premissa e alguns deles vão tratar de temas diretamente relacionados com situações políticas em países latino-americanos. Aqui no Brasil, entre os mais conhecidos filmes do diretor e que sempre são lembrados pelos adeptos de filmes politizados, estão Estado de Sítio (1973), sobre a intervenção dos militares no Uruguai contra as organizações terroristas e Missing, o Desaparecido, cujo tema central é o golpe de Estado que derrubou o governo de Salvadro Allende, no Chile. Recentemente, o diretor voltou a provocar polêmica com Amém, em que ele aborda a espinhosa questão da dúbia posição da Igreja Católica frente à perseguição dos judeus pelos nazistas.

Para os cinéfilos mais interessados em invenções da linguagem e elaborações estéticas sofisticadas, Costa-Gavras certamente não é um ídolo. Sua obra é simples, direta, e ele prefere não seguir cartilhas ou manifestos preestabelecidos, mesmo quando trata de questões de ordem política. Contudo é um ícone da cinematografia mundial a quem devemos respeito e merece ser ouvido. Suas experiências podem ser úteis nesses dias de globalização e de mudanças das forças geopolíticas mundiais, processos os quais a arte cinematográfica certamente não está imune de sofrer influências.


Histórico do evento


Esse evento, do dia 31 de março, vem se compondo como uma tradição que se constrói a partir da retomada da antiga sede da UGT, em 2004, pelas forças democráticas, o Seminário Gramsci, a Associação Cultural e Ecológica Pau-brasil e a Associação Amigos do Memorial da Classe Operária.


Portanto, esse ato anual marca:


nossa permanente indignação com os regimes de força, como aquele instaurado em nosso país em 1º de abril de 1964;
nossa preocupação com a preservação da memória como forma de construção de um futuro baseado no respeito à dignidade da pessoa humana e na justiça social;
nossa convicção na possibilidade do aprofundamento da democracia e da construção do socialismo por meio da ação articulada das forças de esquerda.

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A entrada é franca.


Divulgue o evento e venha participar conosco.

Palestra Fibromialgia

Padre Chico no MP - Mov. Pró Novo Aeroporto

No dia 22 de Março de 2011 vários movimentos, entidades e cidadãos estiveram reunidos no Ministério Público em audiência onde foi realizado um ato de apoio aos promotores pela defesa do interesse coletivo daqueles que ali residem, estiveram presentes, pois como vários que ali estavam também resido na região que se situa o aeroporto e por morar onde moro convivo e sei dos riscos que eu e minha família estamos expostos quando aviões de grande porte passam de frente a minha residência, por um novo aeroporto já o aeroporto leite Lopez fica como está, está era a palavra de ordem de todos os presentes, no vídeo a fala do Padre Chico que define perfeitamente o movimento, assistam e se informem.