segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Rage Against the Machine dedica música ao MST

Rage Against the Machine em sua apresentação em Itu, na noite deste sábado 09/10/2010 no festival SWU, Zack de la Rocha o vocalista da banda, dedicou a música "People of the sun" ao MST.
Ele disse o seguinte: "Esse som vai para os irmãos e irmãs do MST: People of the sun" veja abaixo video e mais abaixo posto a tradução da música que é muito interessante por sinal.




Povo do Sol
Yeah, galera vamo lá.

Yeah,
É melhor nós aumentarmos os graves dessa vez
Saca só
Desde 1516
Mentes são atacada e subjugadas
Agora rastejam no meio das ruínas desse sonho vazio
Com suas fronteiras e pisões sobre nós
Colocando saliências no chão
de suas metrópoles tóxicas
Mas como você vai ter o que você precisa ter?
Os comedores de tripas, sangue derramado fica ofensivo como aquele
O quinto por do sol volta para se aproveitar
O espírito de Cuahtemoc(último imperador Maia) está vivo e intocádo.
Agora a cara de medo agora estourando em seu ditador
Daquele Maya, Mexica
O abutre volta para tentar e lhe roubar o nome mas agora você encontrou arma
É, isso é para o povo do sol!sol

Está voltando na área de novo!
Isso é para o povo do sol!
Está voltando na área de novo! Uh!

É, nunca esqueça
que um sopapo quebre as suas costas
Sua espinha é quebrada por tabaco, oh Eu sou um homem Marlboro,
uh
Nosso passado estoura nos versos
Bandos de táxis rodeando a Broadway como se fossem cavalos
Tropas despindo zoots, tiros em neblina vermelha,
Sangue de marinheiros no convés, vem a resistência das irmãs
Da era do terror veja as lentes fotográficas,
Agora a cidade dos anjos faz a limpeza racial
Uh, cabeças são balançadas pelo medo de seu ditador
Daquele Maya, Mexica
O abutre volta para tentar e lhe roubar o nome Mas agora você encontrou arma
É, isso é para o povo do sol!sol

Está voltando na área de novo!
Isso é para o povo do sol!
Está voltando na área de novo! Yeah!

Espetáculo teatral, oficinas e contação de histórias no mês das crianças


Atividades culturais fazem parte da programação da Cia. “Ainda sem Nome”

A Cia. “Ainda sem Nome” apresenta o novo espetáculo do seu repertório, a peça infanto-juvenil “Wine Merewá”, nos domingos 10 e 17 de outubro às 17h na Casa de Cultura e Arte (Av. Caramuru, 1516).

A peça utiliza o Curupira, um dos seres fantásticos mais conhecidos do imaginário popular, para contar a aventura de Tito, um garoto que cresceu no campo e saiu para uma viagem por lugares da história da região, da cidade e dos mitos e cantigas folclóricas. Através da aventura criada pela Cia. “Ainda sem Nome”, o garoto mostra as mudanças em relação às raízes que formaram o folclore brasileiro e resgata elementos que compõem a cultura popular como lendas, músicas e brincadeiras.

Dirigida por Flávio Racy e com trilha sonora de Roberta Dantônio e Tiago Porto, “Wine Merewá” trás no elenco os atores Michelle Maria, Lucas Sagara, Gabriela Lucenti, Claire Jézequél e Flávio Racy. O grupo conta com o apoio da Balau Madeiras, Barrado Tintas, Marcenaria Barban e Zezé Figurinos.
As apresentações de “Wine Merewá” fazem parte da temporada do projeto de popularização do teatro na Casa de Cultura e Arte, que continua com apresentações das peças do repertório da Cia. “Ainda sem Nome” e convidados no sistema de bilheteria “pague quanto quiser”.
Mais informações sobre a peça no site www.aindasemnome.art.br.

Oficinas para crianças e adolescentes

As Oficinas de Cultura e Arte da Cia. “Ainda sem Nome” são cursos rápidos e gratuitos de teatro, dança e música para iniciantes, com objetivo de apresentar aos participantes o universo dessas artes e voltados a crianças e adolescentes entre 10 e 18 anos.

A partir do dia 11 de outubro a Casa abre inscrições para três novas oficinas de teatro, dança e musicalização em comemoração ao mês das crianças e as inscrições serão realizadas na Casa de Cultura e Arte (Av. Caramuru, 1516) das 14h às 17h30.

O projeto conta com o apoio da Secretaria Municipal da Cultura/Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto através do Programa de Incentivo à Cultura 2010 e parceria com artistas da cidade. Maiores informações no site www.culturaearte.art.br ou pelos telefones (16) 3441-2475/8188-1400.

Contação de histórias

Para finalizar a programação do mês das crianças a Cia. “Ainda sem Nome” realiza uma Contação de Histórias com os atores Flávio Racy e Michelle Maria.

O folclore brasileiro é o tema do evento que trás histórias sobre os seres fantásticos e suas aventuras de forma alegre e divertida para crianças de todas as idades.

A apresentação acontece no domingo, dia 24, às 17h, também na Casa de Cultura e Arte (Av. Caramuru, 1516) com bilheteria no sistema “pague quanto quiser”.
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Wine Merewá

Cia. “Ainda sem Nome”

Data: 10 e 17/10 (domingos) – 17h

Local: Casa de Cultura e Arte – Av. Caramuru, 1516 - (16) 3441-2475 / 8188-1314

Ingressos: Campanha de Popularização do Teatro – “Pague quanto quiser”

Informações: www.aindasemnome.art.br / www.culturaearte.art.br

Duração: 70 minutos

Classificação: 06 anos

Contação de Histórias

Cia. “Ainda sem Nome”

Data: 24/10 (domingos) – 17h

Local: Casa de Cultura e Arte – Av. Caramuru, 1516 - (16) 3441-2475 / 8188-1314

Ingressos: Campanha de Popularização do Teatro – “Pague quanto quiser”

Duração: 30 minutos

Classificação: livre

Oficinas de Teatro, Danças Brasileiras e Musicalização

Cia. “Ainda sem Nome” e parceiros

Inscrições: Casa de Cultura e Arte – Av. Caramuru, 1516 - (16) 3441-2475 / 8188-1314

Informações: www.culturaearte.art.br

Em Cravinhos os fieis se unem para reconstruir um patrimônio, a Igreja de São Benedito.

Eis ai um bom exemplo de cidadania e dedicação para todos nós, os moradores de Cravinhos se unem para preservar o patrimônio histórico de sua cidade, o patrimônio em questão é centenária capela de São Benedito, abaixo clique no link para assistir o vídeo da reportagem realizado pela EPTV, faço parte aqui em Ribeirão Preto do Conpacc, que é o conselho responsável pela preservação do patrimônio histórico de nossa cidade, e sinto falta aqui na cidade de exemplos como esse.

Fonte: EPTV - Reportagem Ana Paula Araújo

http://eptv.globo.com/emc/VID,0,1,23488;3,reconstrucao+igreja.aspx

domingo, 10 de outubro de 2010

Frei Betto: Dilma e a fé cristã

Artigo de Frei Betto, publicado na coluna "Tendências/Debates" da Folha:

Conheço Dilma Rousseff desde criança. Éramos vizinhos na rua Major Lopes, em Belo Horizonte. Ela e Thereza, minha irmã, foram amigas de adolescência. Anos depois, nos encontramos no presídio Tiradentes, em São Paulo. Ex-aluna de colégio religioso, dirigido por freiras de Sion, Dilma, no cárcere, participava de orações e comentários do Evangelho. Nada tinha de "marxista ateia".

Nossos torturadores, sim, praticavam o ateísmo militante ao profanar, com violência, os templos vivos de Deus: as vítimas levadas ao pau-de-arara, ao choque elétrico, ao afogamento e à morte.

Em 2003, deu-se meu terceiro encontro com Dilma, em Brasília, nos dois anos em que participei do governo Lula. De nossa amizade, posso assegurar que não passa de campanha difamatória - diria, terrorista - acusar Dilma Rousseff de "abortista" ou contrária aos princípios evangélicos. Se um ou outro bispo critica Dilma, há que se lembrar que, por ser bispo, ninguém é dono da verdade.

Nem tem o direito de julgar o foro íntimo do próximo. Dilma, como Lula, é pessoa de fé cristã, formada na Igreja Católica. Na linha do que recomenda Jesus, ela e Lula não saem por aí propalando, como fariseus, suas convicções religiosas. Preferem comprovar, por suas atitudes, que "a árvore se conhece pelos frutos", como acentua o Evangelho.

É na coerência de suas ações, na ética de procedimentos políticos e na dedicação ao povo brasileiro que políticos como Dilma e Lula testemunham a fé que abraçam. Sobre Lula, desde as greves do ABC, espalharam horrores: se eleito, tomaria as mansões do Morumbi, em São Paulo; expropriaria fazendas e sítios produtivos; implantaria o socialismo por decreto...

Passados quase oito anos, o que vemos? Um Brasil mais justo, com menos miséria e mais distribuição de renda, sem criminalizar movimentos sociais ou privatizar o patrimônio público, respeitado internacionalmente.

Até o segundo turno, nichos da oposição ao governo Lula haverão de ecoar boataria e mentiras. Mas não podem alterar a essência de uma pessoa. Em tudo o que Dilma realizou, falou ou escreveu, jamais se encontrará uma única linha contrária ao conteúdo da fé cristã e aos princípios do Evangelho.

Certa vez indagaram a Jesus quem haveria de se salvar. Ele não respondeu que seriam aqueles que vivem batendo no peito e proclamando o nome de Deus. Nem os que vão à missa ou ao culto todos os domingos. Nem quem se julga dono da doutrina cristã e se arvora em juiz de seus semelhantes.

A resposta de Jesus surpreendeu: "Eu tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; estive enfermo e me visitastes; oprimido, e me libertastes..." (Mateus 25, 31-46). Jesus se colocou no lugar dos mais pobres e frisou que a salvação está ao alcance de quem, por amor, busca saciar a fome dos miseráveis, não se omite diante das opressões, procura assegurar a todos vida digna e feliz.

Isso o governo Lula tem feito, segundo a opinião de 77% da população brasileira, como demonstram as pesquisas. Com certeza, Dilma, se eleita presidente, prosseguirá na mesma direção.

Um Brasileiro

Tive o prazer de conhecer no sábado dia 02 de Outubro um brasileiro exemplo, que de forma irreverente e criativa demonstrava sua arte cantando e tocando no centro da cidade, chamando a atenção de quem passava por ali, impossível não reparar em seu instrumento musical, uma bateria feita artesanalmente, com tambores, coroa de bicicleta, e resto de material reciclável.
Seu nome é João José da Silva, Baiano da cidade de Jacobina, e seu maior sonho é ter uma bateria, apesar das dificuldades, o que ganha tocando sempre ajuda aqueles que mais precisam segundo suas palavras, se você quiser conhecer um pouco mais deste brasileiro ouça a entrevista que o mesmo me concedeu na tarde de sábado, foi mais um bate papo de improviso do que uma entrevista de fato, mas que valeu muito a pena pelo aprendizado que o mesmo me proporcionou pela sua trajetória de vida e determinação.












ENTREVISTA CLIQUE AQUI : Clipe som 40.wav

sábado, 9 de outubro de 2010

PARA O BRASIL SEGUIR MUDANDO

COM DILMA NO SEGUNDO TURNO
Os resultados da eleição do dia 3 de outubro são uma grande vitória do
povo brasileiro.
Dilma Rousseff e Michel Temer obtiveram mais de 47 milhões de votos,
patamar semelhante aos de Lula nos primeiros turnos das eleições de 2002
e 2006.
Os Partidos que integram a coligação vitoriosa elegeram 11 governadores
e disputam o segundo turno em 10 outros estados.
Com mais de 350 deputados, sobre 513, entre aliados e coligados, o
próximo Governo terá a maioria da Câmara Federal. Será também
majoritário no Senado, com mais de 50 senadores. Terá, pelo menos, 734
deputados estaduais.
Estão reunidas, assim, todas as condições para a vitória definitiva em 31 de
outubro.
Para tanto, é necessário clareza política e capacidade de mobilização.
A candidatura da oposição encontra-se mergulhada em contradições.
Tentam atrair os verdes, mas não podem tirar o velho e conservador DEM
de seu palanque. Denuncia “aparelhismos”, mas já está barganhando
cargos em um possível ministério. Proclama-se democrata, mas persegue
jornalistas e censura pesquisas. Seus partidários tentam sair dessa situação
por meio de uma série de manobras que buscam confundir o debate
político nacional. Espalham mentiras e acusações infundadas
Mas o que está em jogo hoje no país é o confronto entre dois projetos.
De um lado, o Brasil do passado, da paralisia econômica, do gigantesco
endividamento interno, mas também da dívida externa e da submissão ao
FMI. O Brasil que quase foi à falência nas crises mundiais de 95, 97 e 98.
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O Brasil de uma carga tributária que saltou de 27% para 35% do PIB. O Brasil
dos apagões, e do sucateamento da infraestrutura. O Brasil da privataria,
que torrou nossas empresas públicas por 100 bilhões de dólares e conseguiu
a proeza de dobrar nossa dívida pública. E já estão anunciando novas
privatizações, dentre elas a do Pré Sal.
O Brasil do passado, do Governo FHC, que nosso adversário integrou, é o
país que não soube enfrentar efetivamente a desigualdade social e não
tinha vergonha de afirmar que uma parte da população brasileira era
“inempregável”. Portanto, o Brasil do desemprego.
Era o Brasil do desmonte do Estado e da perseguição aos funcionários.
Era o Brasil das universidades à beira do colapso e da proibição do
Governo Federal de custear escolas técnicas.
Mas, sobretudo, era o país da desesperança, de governantes de costas
para seus vizinhos da América Latina, cabisbaixos diante das potências
estrangeiras em cujos aeroportos se humilhavam tirando os sapatos.
Em oito anos o Brasil começou a mudar. Uma grande transformação se
iniciou e deverá continuar e aprofundar-se no Governo Dilma.
O Brasil de Lula, hoje, e o de Dilma, amanhã, é e será o país do crescimento
acelerado que gera cada vez mais emprego e renda. Mas um país que
cresce porque distribui renda. Que retirou 28 milhões de homens e mulheres
da pobreza. Que possibilitou a ascensão social de 36 milhões de brasileiros.
Que criou mais de 14 milhões de empregos formais. Que expandiu o
crédito, sobretudo para os de baixa renda. Que fez crescer sete vezes os
recursos para a agricultura familiar. E que fez tudo isso sem inflação ou
ameaça dela. O Brasil de Lula e de Dilma é o país que possui uma das mais
baixas dívidas internas do mundo. Que deixou de ser devedor
internacional, passando à condição de credor. Que não é mais servo do
FMI. É o país que enfrentou com tranquilidade a mais grave crise
econômica mundial. Foi o último a sofrer seus efeitos e o primeiro a sair
dela.
Dilma continuará a reconstruir e fortalecer o Estado e a valorizar o
funcionalismo. O Brasil de Lula e de Dilma está reconstruindo
aceleradamente sua infraestrutura energética, seus portos e ferrovias. É o
Brasil do PAC. O Brasil do Pré Sal. O Brasil do Bolsa Família. É o Brasil do
Minha Casa, Minha Vida, que vai continuar enfrentando o problema da
moradia, sobretudo para as famílias de baixa renda.
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Nosso desenvolvimento continuará sendo ambientalmente equilibrado,
como demonstram os êxitos que tivemos no combate ao desmatamento e
na construção de alternativas energéticas limpas. Manteremos essa
posição nos debates internacionais sobre a mudança do clima.
No Brasil de Lula e de Dilma foi aprovado o FUNDEB que propiciou melhoria
salarial aos professores da educação básica. É o país onde os salários dos
professores universitários tiveram considerável elevação. Onde se criaram
14 novas universidades federais e 124 extensões universitárias. Onde mais
de 700 mil estudantes carentes foram beneficiados com as bolsas de
estudo do Prouni e 214 Escolas Técnicas Federais foram criadas. Onde 40
bilhões de reais foram investidos em ciência e tecnologia. Esse Brasil
continuará a desenvolver-se porque o Governo Dilma cuidará da préescola
à pós-graduação e fará da educação de qualidade o centro de
suas preocupações. O Brasil de Dilma continuará dando proteção à
maternidade e protegendo, com políticas públicas, as mulheres da
violência doméstica. Será o Brasil que dará prosseguimento às políticas de
promoção da igualdade racial.
Os alicerces de um grande Brasil foram criados. Mais que isso, muitas das
paredes desta nova casa já estão erguidas.
A obra não vai parar.
Vamos prosseguir no esforço de dar saúde de qualidade com mais UPAS,
Samu, Brasil Sorridente, Médicos de Família.
Vamos continuar o grande trabalho de garantir a segurança de todos os
brasileiros, com repressão ao crime organizado e controle das fronteiras,
mas, sobretudo, com respeito aos direitos humanos, ações sociais e a
participação da sociedade como vêm acontecendo com as UPP.
Vamos continuar a ser um país soberano, solidário com seus vizinhos. Um
país que luta pela paz no mundo, pela democracia, pelo respeito aos
direitos humanos. Um país que luta por uma nova ordem econômica e
política mundial mais justa e equilibrada.
Os brasileiros continuarão a ter orgulho de seu país.
Mas, sobretudo, queremos aprofundar nossa democracia. A grande vitória
que a coligação PARA O BRASIL SEGUIR MUDANDO obteve nas eleições
para o Congresso Nacional permitirá que Dilma Rousseff tenha uma sólida
base de sustentação parlamentar.
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Diferentemente do que ocorreu entre 1995 e 2002, a nova maioria no
Congresso não é resultado de acordos pós-eleitorais. Ela é o resultado da
vontade popular expressa nas urnas. Essa maioria não será instrumento
para esmagar as oposições, como no passado. Queremos um Brasil unido
em sua diversidade política, étnica, cultural e religiosa.
Por essa razão repudiamos aqueles que querem explorar cinicamente a
religiosidade do povo brasileiro para fins eleitorais. Isso é um desrespeito às
distintas confissões religiosas. Tentar introduzir o ódio entre as comunidades
religiosas é um crime. Viola as melhores tradições de tolerância do povo
brasileiro, que são admiradas em todo o mundo.
O Brasil republicano é um Estado laico que respeita todas as convicções
religiosas. Não permitiremos que nos tentem dividir.
O Brasil de Dilma, assim como o de Lula, é e será uma terra de liberdade,
onde todos poderão, sem qualquer tipo de censura, expressar suas idéias e
convicções.
Será o Brasil que se ocupará de forma prioritária das crianças e dos jovens,
abrindo-lhes as portas do futuro. Por essa razão dará ênfase à educação e
à cultura.
Mas será também um país que cuidará de seus idosos, de suas condições
de vida, de sua saúde e de sua dignidade.
Sabemos que os milhões que estiveram conosco até agora serão muitos
mais amanhã.
Para dar continuidade a essa construção iniciada em 2003 convocamos
todos os homens e mulheres deste país. A hora é de mobilização. É
importante que nas ruas, nas escolas, nas fábricas e no campo a voz da
mudança se faça ouvir mais fortemente do que a voz do atraso, da
calúnia, do preconceito, da mentira, dos privilégios.
À luta, até a vitória.

Brasília, 07 de outubro de 2010.
Coligação Para o Brasil Seguir Mudando.

Serra abre quase uma praça de pedágio por mês em SP

Como governador, o presidenciável tucano, José Serra, abriu nove praças de pedágio apenas em 2009. É quase uma nova praça de pedágio por mês. Já são 117 em todo o estado. As tarifas elevadas e o abuso de rodovias privatizadas deu a Serra a alcunha de "Zé Pedágio". Sua administração, também chamada como a "farra dos pedágios", foi criticada por Heródoto Barbeiro, em entrevista no programa "Roda Viva". Misteriosamente, no dia seguinte às críticas, Heródoto deixou a emissora do programa.



Fonte:http://www.vermelho.org.br/